O Comitê Olímpico Internacional (COI) decide nesta sexta-feira (9/10) se o golfe vai voltar a ser esporte olímpico.
A decisão será tomada na cidade de Copenhage, na Dinamarca. A Federação Internacional de Golfe aposta em alguns trunfos importantes para vencer essa batalha.
O principal deles é norte-americano, número um do planeta no esporte, e é o primeiro esportista da história a ter mais de US$ 1 bilhão na conta bancária. Fácil de adivinhar: Tiger Woods.
Mas o Tigre, alegando problemas particulares, não vai estar presente. Então a federação optou por levar outros nomes de peso para fazer pressão: o irlandês Padraig Harington, a norueguesa Suzann Pettersen, e a havaiana Michele Wie.
Se conseguir a aprovação, o golfe volta aos jogos justamente na Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016.
Dois campos devem abrigar a modalidade, que será jogada em 72 buracos (quatro dias) no stroke play: o Itanhangá e o Gávea.
O golfe só participou de duas Olimpíadas: 1900 (Paris) e 1904 (Saint-Louis). Na primeira, o americano Charles Sands foi campeão entre os homens e Margareth Abott ficou com o título entre as mulheres.
Em 1904, as mulheres não estiveram presentes. Os homens jogaram competições de simples e por equipes, representados apenas por dois países: EUA e Canadá.
O canadense George Lyon levou o ouro no simples, enquanto a equipe norte-americana ficou com o primeiro lugar.